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Instituto de Pesos e Medidas amplia fiscalização no Paraná

Terça-feira, 20 de março de 2012


O Instituto de Pesos e Medidas (Ipem), órgão que fiscaliza os serviços e produtos em circulação no Estado, registrou um aumento no volume de suas atividades em 2011. O número de verificações de instrumentos de medição (como taxímetros, bombas de combustíveis e balanças) cresceu 23,58% em relação a 2010. Na fiscalização de produtos pré-medidos (medidos e pesados sem a presença do consumidor), houve aumento de 7,60% no número de pré-exames (exame inicial feito no próprio ponto de venda) e de 9,50% nos exames oficiais. Os instrumentos de medição são verificados periodicamente pelos fiscais do Ipem nos 399 municípios paranaenses. Caso não estejam em conformidade com os padrões pré-determinados, o responsável pelo equipamento pode ser multado. Em 2011, o instituto realizou 258.186 verificações metrológicas contra 208.917 em 2010. Depois de três anos com percentuais negativos, conseguimos realizar um bom trabalho no ano passado, afirma o presidente do órgão, Rubico Camargo. O Ipem também realizou no ano passado 204.512 pré-exames de produtos pré-medidos contra 190.067 no ano anterior. O número de exames oficiais de itens pré-medidos subiu de 13.719 em 2010 para 15.023 em 2011. Por outro lado, o número de produtos autuados caiu 3,12% em relação a 2010. Isso demonstra que o comerciante está começando a se acostumar com a presença dos fiscais do Ipem e mantém seus produtos dentro do padrão exigido pelo Inmetro, diz Camargo. A atual gestão tem trabalhado pela aproximação do órgão com a população para difundir temas ligados à defesa do consumidor, muitas vezes pouco abordados, completa. Segundo Camargo, quase todos os produtos comercializados em embalagens são pré-medidos (arroz, feijão, óleo, leite, papel higiênico, fio dental, caderno, pêssego em calda, cerveja, etc.). Não só alimentos, mas também outros produtos que são vendidos em embalagens fechadas, por quantidade, explica. Também faz parte do trabalho do instituto verificar e fiscalizar produtos que só podem ser comercializados se receberem o selo do Inmetro, produtos têxteis e veículos transportadores de produtos perigosos.

Fonte: Agência de Notícias do Estado

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